Procrastinação 4: escritório (e jaula) na praia
Fora do mundo das letras e das técnicas de controle, como firewalls e cartões de ponto, vários tipos de saídas “alternativas” vêm sendo testadas para combater a procrastinação. E aqui novamente podemos traçar uma linha com dois extremos.
De um lado os escritórios maternais como os do Google, nos quais há videogames, massagem, sala de jogos e um dia da semana livre para desenvolver projetos pessoais - tudo para que você fique feliz e produtivo dentro do espaço de trabalho. De outro, as empresas paternais, que deixam seus funcionários trabalharem em casa ou em qualquer outro lugar, com horários flexíveis. Nesse caso, a filosofia é: seja responsável por si mesmo, saia de casa, use o seu tempo como preferir. Mas não gaste os recursos da empresa para procrastinar.
Um passeio na sede do Google com o blogueiro Bruno Garattoni.
Pode parecer que em ambos os casos haja mais liberdade do que nos modelos de trabalho tradicionais. Mas em depoimento para a revista The Economist, um jornalista freelancer conta que não é bem assim: “quando não temos um chefe, trabalhamos para o maior tirano que pode existir: nós mesmos”. Estamos de volta ao terreno da procrastinação, estresse, sentimento de culpa e baixa auto-estima.
Reportagens da The Economist sobre a vida dos Nômades digitais.













