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17 dicas para gerenciar sua equipe evitando a negatividade

Lá vem o Mr. Negatividade, destruidor de ambientes de trabalho.A negatividade pode ser um dos maiores problemas nos ambientes profissionais. É como se você trabalhasse no alto de uma montanha, com ar rarefeito. Tudo parece mais cansativo. As pessoas ficam “pesadas”, reclamam pelas costas, fofocam, segregam-se e prejudicam umas às outras. Embora parte desse fenômeno seja tradicional nos agrupamentos humanos, ainda pode ser combatido.

Essa é a vantagem de trabalhar num ambiente como o meu, no qual todos tentamos ficar alertas para treinar nossas mentes e perceber como funcionam nossas negatividades. Na verdade, nossas tarefas cotidianas são como que estratégias para atingir esse objetivo.

Assim, ao longo de minha convivência de 7 meses aqui e de algumas leituras em diversas outras áreas, cheguei a 17 sugestões para lidar com a negatividade no trabalho. Todas, obviamente, foram devidamente adaptadas para pessoas que estão fora de monastérios. Mais

Um blog improdutivo sobre produtividade

Dilbert, o guru da frustração no trabalhoTrabalho é um dos temas mais importantes da sociologia. Devo ter estudado o assunto a partir de pelo menos umas 30 perspectivas diferentes na época em que era um estudante de ciências sociais, na PUC-SP.

Deixei a carreira acadêmica no mestrado, em 1999, porque achei que boa parte dos conceitos a que eu tinha acesso eram pura perda de tempo - ao menos para meus interesses. Como seria possível falar sobre trabalho e sociedade sem explicar a máquina por trás disso: o cérebro? Mais que isso: sem investigar a mente?

Quem diria, quase 10 anos depois volto a palpitar sobre o assunto trabalho. E de um ponto de vista um tanto estranho: o da produtividade pessoal. O que leva a pensar que este seja um blog de consultoria de empresas. Está bem longe disso.

Do que você entende, a final?

A idéia do Produtividade Pessoal (PP) começou de uma pergunta que fiz para mim mesmo: do que, afinal, eu entendo? Na verdade, de quase nada, apenas esbarro em muitos assuntos. A única coisa em que tenho uma real experiência é em ficar de saco cheio de trabalhar.

Parece estranho, mas é o meu carma (e meu caminho). Por mais que goste de um emprego, cedo ou tarde acabo profundamente entediado e querendo mudar de vida.

Isso acontece com muita gente: ter uma relação de amor e ódio com o trabalho. Às vezes a balança pende para um lado, às vezes para o outro. Alguns suportam o processo e conseguem criar um caminho construtivo para si e para o mundo à sua volta. Outros se tornam espécies de fantasmas famintos, buscando uma satisfação, um ideal de felicidade que não vão encontrar no trabalho.

Nem em outro lugar. Porque esse movimento é um jogo da mente, um veneno circulando nas sinapses. Como diria Lacan, amamos mais o desejo do que o objeto de desejo. Ou seja: desejamos desejar, nos frustramos quando não há algum objetivo para perseguir.

Joga pedra na Geni

Como o trabalho é algo no qual gastamos muito tempo e sobre o qual criamos muitas expectativas, geralmente acaba sendo considerado o culpado por muitas coisas. É, ao mesmo tempo, nosso boi de piranha, bode expiatório e judas de malhar.

Por isso quis criar o PP. Para investigar o trabalho além das perspectivas de consultorias. Com isso, nem sempre serei “explicitamente útil”, se é que você me entende. Quer dizer, nem sempre escreverei coisas como “10 dicas para fazer isso ou aquilo”. Às vezes, uma reflexão, ou se livrar de um preconceito, pode ser a melhor dica de produtividade.

Faz sentido para você? De qualquer forma, seja bem-vindo. Assine o RSS, inscreva-se para cometar e vamos em frente.